sábado, 22 de agosto de 2009

Sociedade das volupiosas bem vivas


Capítulo XV


Uma semana se passou.... E Nelly prossegue em sua narrativa para o Sr. Lockwood e numa tarde Nelly sente que a casa está sendo rondada por Heaht (tadinho ele está ansioso) aguardando que Nelly entregue a tal carta para Cathy e nisso se passaram mais três dias até que a carta chegasse às mãos certas (mãos loucas de Cathy).


No quarto dia, Nelly cumpriria sua promessa a Heath e lhe entregaria a carta. Aproveitando de poucas oportunidades de estar só na granja, o domingo foi o dia perfeito quando Edgar vai à missa e todos os serviçais estão de folga.

Chegando ao quarto Nelly admira a beleza sobrenatural e perturbadora de Cathy, com seus cabelos cortados e sua magreza de doer à alma devido ao confinamento (ministério da saúde adverte: não amar o ser amado faz mal a saúde. Ex.: Bella, Cathy...), nota-se facilmente que aquela jovem estava a definhar e Edgar fazia o que estava ao seu alcance para motivá-la, lia (para as paredes), conversava (sozinho) e fazia companhia (aos móveis) e Cathy somente suspirava ou o expulsava do quarto tamanho eram suas crises de loucura, sempre mantendo seu olhar perdido no seu antigo lar.

Nelly então anuncia a carta, Cathy não dando importância deixa a carta cair e permanece com o olhar vazio e distante, Nelly avisa que é uma carta de Heath e então Cathy a aperta contra o peito (owoon) e a lê assiduamente, suspirando para a assinatura (ahh que lindo) e nesse entremeio se ouve passos nas escadas (ai que susto), Nelly anseia que seja Edgar, mas Cathy já se encontra impaciente por sentir que é Heath e ao adentrar o quarto. A separação entre eles finda num longo abraço (chorei) e Cathy não perdendo tempo e nem a oportunidade (divina) beijou Heath com toda a força que o tempo a tinha reservado e Heath foi consumido pela certeza da condição de sua amada que estava se entregando a morte.



Após esse momento (lindo) Cathy põe se a proferir suas loucuras (ela tinha que estragar o momento) e a culpar a Heath e a Edgar por seu sofrimento, que em dado momento de morte os dois irão lamentar por ela e prosseguir suas vidas sem ter sofrido o que ela sofreu (louca mesmo). Heath a interrompe tendo seus cabelos arrancados (:O) ao se levantar do abraço de Cathy e a desmente fazendo com que Cathy caísse em si e se acalmasse. Cathy por sua vez lhe pede perdão e lhe confessa todo o amor que negou por anos, fazendo Heath se emocionar (e a mim também) e a se encolher por alguns instantes.

Cathy, com sua desconfiança, tenta provocar Heath com injurias de desamor pedindo que ele se aproximasse dela. Nesse momento Cathy se levanta ao olhar de resposta de Heath e pula em seu colo num abraço (mega volúpioso) que os faz cair num sofá (ahh estou chorando ainda) e num dialogo doloroso e apaixonado, Cathy pede liberdade e Heath questiona ter sido deixado por sua amada a avisando que essa dor que ela o acusa é de culpa dela por não ter lutado para ficar com ele (ele não mentiu) por puro interesse e status e em meio a lagrimas desses dois amantes. Nelly que assistia a tudo em choque anuncia que a missa acabara e que em breve o Sr. Edgar estaria em casa.

Sendo que distraidamente ninguém se deu conta que Edgar já estava em casa e, tentado fugir, Heath proferia promessas para Cathy de não mais abandoná–la e sendo a fuga destruída por Cathy e se rendendo ao abraço Heath renunciou a fuga apesar dos apelos, gritos e suores de Nelly e Edgar ao adentrar o quarto se deparou com o seu maior rival com sua esposa (A louca) sem vida em seus braços e num súbito saltou para cima de Heath que suplicou por Cathy a colocando na cama e partindo para a sala em aguardo da recuperação de Cathy.

Nelly o tranqüiliza e o despacha antes que Edgar se lembre de sua presença e Heath parte deixando claro que esta no jardim aguardando a madrugada e que irá visitar Cathy durante a noite por sua janela (owoon, tão Edward isso)


Bjos emocionados de Babi, Kha e Ju.


Ps. Segue mais uma foto preciosa e linda que não queria dividir e fui forçada. rsrsrss

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